terça-feira, 4 de maio de 2010
BRASIL A 9ª ECONOMIA DO MUNDO??
O Brasil é um país que foi colonizado por portugueses, sendo assim é o único país das Américas que a lingua oficial é o português. Provando que nós não falamos espanhol como a maioria das pessoas de outros paises pensam.
O Brasil possui uma das sociedades mais multirraciais do mundo, formada por descendentes de europeus, asiáticos, indígenas e africanos. Ao contrário do que muitos estrangeiros pensam, aqui não tem somente índios.
De acordo com o PIB calculado pelo FMI(Fundo Monetário Internacional), o Brasil é a nona economia do mundo. Mesmo que não pareça, pela falta de infra-estrutura, precariedade na educação e saúde, entre outros. O IDH brasileiro é 0,800, ficando na 70ª posição mundial.
Em um estudo promovido pelo Banco Mundial, o sistema de ensino público brasileiro foi o pior colocado. Segundo relatório que a UNESCO publicou em outubro de 2006, a educação brasileira ficou na 72ª posição entre 125 países, sendo que com a velocidade de desenvolvimento atual, o Brasil só consegueria atingir o patamar de qualidade de um país desenvolvido em 2036(Um absurdo!).
Segundo estudos da FGV, 35% das desigualdades sociais no Brasil, são pelo fato da desigualdade no ensino.
Por Suelen, referente aos dados no Wikipédia.
O Brasil é um país que foi colonizado por portugueses, sendo assim é o único país das Américas que a lingua oficial é o português. Provando que nós não falamos espanhol como a maioria das pessoas de outros paises pensam.
O Brasil possui uma das sociedades mais multirraciais do mundo, formada por descendentes de europeus, asiáticos, indígenas e africanos. Ao contrário do que muitos estrangeiros pensam, aqui não tem somente índios.
De acordo com o PIB calculado pelo FMI(Fundo Monetário Internacional), o Brasil é a nona economia do mundo. Mesmo que não pareça, pela falta de infra-estrutura, precariedade na educação e saúde, entre outros. O IDH brasileiro é 0,800, ficando na 70ª posição mundial.
Em um estudo promovido pelo Banco Mundial, o sistema de ensino público brasileiro foi o pior colocado. Segundo relatório que a UNESCO publicou em outubro de 2006, a educação brasileira ficou na 72ª posição entre 125 países, sendo que com a velocidade de desenvolvimento atual, o Brasil só consegueria atingir o patamar de qualidade de um país desenvolvido em 2036(Um absurdo!).
Segundo estudos da FGV, 35% das desigualdades sociais no Brasil, são pelo fato da desigualdade no ensino.
Por Suelen, referente aos dados no Wikipédia.
Exportações brasileiras crescem acima da média mundial
As exportações brasileiras registraram, em agosto, o segundo melhor saldo mensal do ano, com vendas de US$ 19,747 bilhões. De acordo com Welber Barral, secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, as exportações de janeiro a agosto somaram US$ 130,843 bilhões, um crescimento de 29,3% sobre o mesmo período de 2007, "acima, portanto, do crescimento médio mundial, de 15,3% ao ano".
O secretário também afirmou que "as vendas foram maiores em todos os principais blocos econômicos", com destaques para a Ásia (76,3%), especialmente para a China, por conta principalmente de minério de ferro, soja em grão, siderúrgicos, combustíveis e carnes.
No período, houve crescimento considerável também para a África (68%) em gasolina, açúcar, carnes, minérios, máquinas e equipamentos; para a Europa Oriental (52,4%), Mercosul (40,9%) e Oriente Médio (31,7%).
As menores taxas de crescimento foram dos países mais diretamente afetados pela crise financeira no mercado imobiliário; razão porque as vendas para a União Européia aumentaram só 26% e para os Estados Unidos 18,8%.
Apesar disso, os EUA continuam sendo nossos maiores compradores (US$ 2,411 bilhões no mês), seguidos de China (US$ 1,972 bilhão), Argentina (US$ 1,694 bilhão), Países Baixos (US$ 995 milhões) e Alemanha (US$ 786 milhões).
Barral ressaltou ainda que houve expressivo crescimento das exportações também para mercados não-tradicionais na pauta brasileira, como Islândia, Ilhas Virgens, Paquistão, Luxemburgo, Zimbábue e Chade, como resposta ao esforço de diversificação do comércio externo.
Panorama nacional
O secretário destacou que no acumulado dos últimos 12 meses as vendas nacionais somam US$ 189 bilhões, muito próximo da meta anual de US$ 190 bilhões, o que "deve provocar revisão da meta no próximo mês".
Barral disse que "tanto as exportações quanto as importações tiveram evoluções recordes", em que pese as compras de produtos externos terem crescido mais e provocado menores saldos comerciais (exportações menos importações).
O saldo de agosto, no valor de US$ 2,269 bilhões, foi 35,92% menor que em agosto do ano passado; e no acumulado do ano o superávit soma US$ 16,907 bilhões, com queda de 38,43% em relação a igual período de 2007.
Entre os destaques nas exportações estão gasolina (121,4%), álcool etílico (94,1%), óxidos e hidróxidos de alumínio (74,2%), tratores (48,2%) e aviões (35,8%).
Quanto aos semimanufaturados, as maiores vendas externas foram de produtos de ferro/aço (231,7%), ferro fundido (153,4%), ferro-ligas (76,3%) e óleo de soja (55,2%).
Entre os produtos básicos, os maiores aumentos ocorreram nas vendas de minério de cobre (224,1%), petróleo em bruto (144,1%), minério de ferro (110,1%), soja em grão (75,1%), carne de frango (69%), carne bovina (49,3%), café em grão (30,7%), carne suína (29,4%) e farelo de soja (23,5%).
Além do crescimento de tradicionais produtos da pauta de exportações, Welber Barral destacou, no grupo dos manufaturados, que "houve ampliação significativa de itens com pequena participação no rol de vendas brasileiras lá fora, o que mostra a continuidade do processo de diversificação da pauta brasileira de exportações".
As exportações brasileiras registraram, em agosto, o segundo melhor saldo mensal do ano, com vendas de US$ 19,747 bilhões. De acordo com Welber Barral, secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, as exportações de janeiro a agosto somaram US$ 130,843 bilhões, um crescimento de 29,3% sobre o mesmo período de 2007, "acima, portanto, do crescimento médio mundial, de 15,3% ao ano".
O secretário também afirmou que "as vendas foram maiores em todos os principais blocos econômicos", com destaques para a Ásia (76,3%), especialmente para a China, por conta principalmente de minério de ferro, soja em grão, siderúrgicos, combustíveis e carnes.
No período, houve crescimento considerável também para a África (68%) em gasolina, açúcar, carnes, minérios, máquinas e equipamentos; para a Europa Oriental (52,4%), Mercosul (40,9%) e Oriente Médio (31,7%).
As menores taxas de crescimento foram dos países mais diretamente afetados pela crise financeira no mercado imobiliário; razão porque as vendas para a União Européia aumentaram só 26% e para os Estados Unidos 18,8%.
Apesar disso, os EUA continuam sendo nossos maiores compradores (US$ 2,411 bilhões no mês), seguidos de China (US$ 1,972 bilhão), Argentina (US$ 1,694 bilhão), Países Baixos (US$ 995 milhões) e Alemanha (US$ 786 milhões).
Barral ressaltou ainda que houve expressivo crescimento das exportações também para mercados não-tradicionais na pauta brasileira, como Islândia, Ilhas Virgens, Paquistão, Luxemburgo, Zimbábue e Chade, como resposta ao esforço de diversificação do comércio externo.
Panorama nacional
O secretário destacou que no acumulado dos últimos 12 meses as vendas nacionais somam US$ 189 bilhões, muito próximo da meta anual de US$ 190 bilhões, o que "deve provocar revisão da meta no próximo mês".
Barral disse que "tanto as exportações quanto as importações tiveram evoluções recordes", em que pese as compras de produtos externos terem crescido mais e provocado menores saldos comerciais (exportações menos importações).
O saldo de agosto, no valor de US$ 2,269 bilhões, foi 35,92% menor que em agosto do ano passado; e no acumulado do ano o superávit soma US$ 16,907 bilhões, com queda de 38,43% em relação a igual período de 2007.
Entre os destaques nas exportações estão gasolina (121,4%), álcool etílico (94,1%), óxidos e hidróxidos de alumínio (74,2%), tratores (48,2%) e aviões (35,8%).
Quanto aos semimanufaturados, as maiores vendas externas foram de produtos de ferro/aço (231,7%), ferro fundido (153,4%), ferro-ligas (76,3%) e óleo de soja (55,2%).
Entre os produtos básicos, os maiores aumentos ocorreram nas vendas de minério de cobre (224,1%), petróleo em bruto (144,1%), minério de ferro (110,1%), soja em grão (75,1%), carne de frango (69%), carne bovina (49,3%), café em grão (30,7%), carne suína (29,4%) e farelo de soja (23,5%).
Além do crescimento de tradicionais produtos da pauta de exportações, Welber Barral destacou, no grupo dos manufaturados, que "houve ampliação significativa de itens com pequena participação no rol de vendas brasileiras lá fora, o que mostra a continuidade do processo de diversificação da pauta brasileira de exportações".
Uma bela festa
Felizmente, pude apreciar a V ExpoBarão, em Barão de Cotegipe RS, foi uma feira ótima, com muitas atrações! Shows (Chimarruts, Coração Gaúcho, Formigos...), além de muito artesanato, comércio e outras belas atrações!
De acordo com a Prefeitura Municipal, somente na abertura da feira, mais de três mil pessoas compareceram. Presenciei o show dos formigos, que estava super lotado e animadíssimo!
A foto acima, são as soberanas da feira, da esquerda para a direita, Ana Lígia(1ª princesa), Jacieli(rainha), Diane(2ª princesa).
Bastardos Inglórios

Uma rápida análise do filme do polêmico Quentin Tarantino. Bastardos Inglórios passa-se na época da 2a Guerra Mundial, onde os nazistas tiveram domínio quase que total na França e um grupo de rebeldes caçadores de nazistas, liderado por Aldo (Brad Pitt) tentam dizimá-los até chegar aos líderes.
Tema batido (mais um sobre nazistas), mas com uma pitada de ficção que Tarantino, famoso por suas criações, resolveu acrescentar; com isso a trama seguiu em um percurso, no mínimo, curioso.
A trama, prende a atenção, tem um elenco bom, e possui muita criatividade e versatilidade na produção do filme. Confiram o filme, tenho certeza que irão gostar!
Bom, não sou nenhum crítico de cinema, nem entendo sobre a arte do cinema, mas os filmes de Tarantino, a gente normalmente, fica com alguma certa expectativa, afinal, tudo se pode esperar de um filme dirigido por ele... Lembro que o post escrito é de minha opinião pessoal
Tema batido (mais um sobre nazistas), mas com uma pitada de ficção que Tarantino, famoso por suas criações, resolveu acrescentar; com isso a trama seguiu em um percurso, no mínimo, curioso.
A trama, prende a atenção, tem um elenco bom, e possui muita criatividade e versatilidade na produção do filme. Confiram o filme, tenho certeza que irão gostar!
Bom, não sou nenhum crítico de cinema, nem entendo sobre a arte do cinema, mas os filmes de Tarantino, a gente normalmente, fica com alguma certa expectativa, afinal, tudo se pode esperar de um filme dirigido por ele... Lembro que o post escrito é de minha opinião pessoal
Discurso do Ex-ministro Brasileiro da Educação nos EUA

Este discurso merece ser lido, afinal não são todos os dias que um brasileiro dá um “baile” educadíssimo aos Americanos. Durante um debate numa universidade dos Estados Unidos o Ex-ministro da Educação Cristovam Buarque foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia (idéia que surge com alguma insistência em alguns setores da sociedade americana e que muito incomoda os brasileiros). Um jovem americano fez a pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um Brasileiro. Esta foi à sua resposta:
De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.
Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também a de tudo o mais que tem importância para a humanidade. Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não seu preço.
Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono ou de um país. Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.
Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito tempo, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.
Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhattan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua história do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.
Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos também todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maiores do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.
Nos seus debates, os atuais candidatos à presidência dos EUA têm defendido a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de comer e de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazônia. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um patrimônio da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar que morram quando deveriam viver.
Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa!
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